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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Baralho com fotos de criminosos na Bahia tem novo integrante

O "baralho do crime", lançado no início do mês pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia, com as imagens dos bandidos mais procurados, tem um novo ás de ouro. O traficante e assaltante Marcelo Henrique Menezes dos Santos, conhecido também pelos apelidos de "Elias" e "Pinto", estampará a nova carta.

A mudança foi divulgada nesta sexta-feira (17) e é a primeira atualização do jogo, que tem o objetivo de reforçar o trabalho do programa Disque-Denúncia. O ás de ouro anterior era Fagner Souza da Silva, o "Fal", líder de uma organização criminosa e apontado como o principal distribuidor de drogas na Bahia, além de responsável pela conexão com uma facção criminosa paulista.

As fotos dos bandidos Talisson Diego Soares dos Santos, o "Pé de Bolo", que morreu na última quarta-feira (15), Genildo Oliveira de Jesus, conhecido como "Genilson", e Sandro Barbosa de Souza, o "Catatau" - capturados esta semana - ainda permanecerão no baralho, mas ganharão tarja indicando "falecido" ou "preso".

Iraque

A tática do baralho é igual à tomada pelo ex-presidente dos EUA George W. Bush, durante a invasão das tropas americanas no Iraque. Na época, em 2003, Bush distribuiu um baralho com a foto das pessoas mais procuradas do governo de Saddam Hussein.

Assista ao vídeo:

Lindemberg fica em silêncio durante audiência em Tremembé


Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel em 2008, ficou em silêncio novamente durante seu depoimento por carta precatória, no Fórum de Tremembé, cidade a 147 km de São Paulo, nesta sexta-feira (17). A informação foi confirmada pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

O depoimento começou no início da tarde e deveria ter ocorrido em Santo André, local do crime, mas a Justiça decidiu que ele fosse colhido em Tremembé por contenção de gastos. Por isso, foi tomado por meio de carta precatória. Lindemberg está preso na penitenciária masculina da cidade.

Agora, Ministério Público e a defesa do acusado vão fazer suas considerações para, então, o juiz de Santo André decidir se ele vai ou não a júri popular.

Em abril deste ano, o TJ-SP negou pedido de liberdade para Lindemberg. Na ocasião, a defesa argumentou que seu cliente estava preso há 26 meses, sem previsão de término para o processo, e que a demora no andamento do caso não pode ser atribuída ao acusado. Para o desembargador Pedro Luiz Aguirre Menin, "a manutenção da prisão se faz necessária para a garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal".

Novo processo

Desde o início do ano, a Justiça voltou a ouvir testemunhas de defesa e acusação do caso Eloá para definir se Lindemberg vai ou não à júri popular. Após a defesa do acusado sustentar a tese de que o tiro que matou a jovem partiu de um policial, os advogados pediram para ter direito de contestar as provas posteriormente anexadas aos autos e apresentaram novas testemunhas. Por isso, o trabalho da Justiça paulista, concluído em 2009 (com indicação para o júri), precisou ser refeito por determinação do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Crime

Eloá, na época com 15 anos, foi assassinada em outubro de 2008, no bairro de Jardim Santo André, em Santo André, após ter sido mantida refém por Lindemberg por quase cem horas. Ela foi morta com dois tiros. Nayara Rodrigues da Silva, que juntamente com Eloá e outros dois colegas também foi feita refém por Lindemberg, ficou ferida.

Relembre o caso:

Índia pede fim do recolhimento manual de fezes


O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, fez apelou nesta sexta-feira (17) às autoridades do país para reforçarem os esforços para abolir, em até seis meses, o recolhimento manual de excrementos humanos. Até hoje, a prática é comum entre dezenas de milhares de “dalits” (“intocáveis”), a casta mais baixa da sociedade indiana.

Em um comunicado emitido por seu escritório, Singh classificou a prática como uma “mancha” na história do país.

- Uma das manchas mais negras em nosso processo de desenvolvimento é o fato de que, mesmo após 64 anos de independência, ainda temos a odiosa prática da coleta manual de excrementos.

O chefe de governo fez o pedido durante a sessão inaugural da conferência de ministros regionais de Bem-Estar e Justiça Social, encarregados da missão de melhorar a qualidade de vida dos intocáveis na Índia.

- Hoje eu gostaria que vocês prometessem que este flagelo será eliminado de todos os cantos de nosso país nos próximos seis meses.

A eliminação de todas as latrinas secas, proibidas desde 1993, também deve ser concluída “de uma vez por todas”, reforçou Singh aos ministros.

Até 2009, pelo menos 117 mil ainda recolhiam fezes humanas

O governo aprovou em 2007 um programa para erradicar a prática do recolhimento manual de excrementos até março de 2009. No entanto, até o fim do prazo, ainda havia 117 mil pessoas exercendo o trabalho, considerado “impuro”.

Recentemente o Ministério de Interior da Índia alertou que quem empregasse uma pessoa de acordo com sua casta para a função de limpador de manual de excrementos seria processado pelas leis indianas.

O trabalho é praticado principalmente por mulheres. Desde crianças, muitas intocáveis recolhem dejetos humanos usando baldes e sem qualquer tipo de proteção sanitária.

Polícia prende quadrilha que vendia falsos provedores em Ceilância (DF)

Brasil comemora "desistência" dos EUA em disputa sobre suco de laranja


O governo brasileiro anunciou nesta sexta-feira (17) que os Estados Unidos optaram por não apelar de uma decisão da OMC (Organização Mundial do Comércio) favorável ao Brasil, em caso referente a medidas antidumping aplicadas pelos americanos contra a importação de suco de laranja brasileiro.
“O Brasil recebe com satisfação esta decisão, que reforça o sistema multilateral de comércio, em geral, e o mecanismo de solução de controvérsias da OMC, em particular”, disse o Itamaraty, por meio de comunicado.

Em 2009, o Brasil questionou em painel da OMC o cálculo que os EUA empregavam para adotar medidas antidumping (previstas quando há concorrência desleal) contra o suco de laranja nacional.

O questionamento referia-se à utilização por parte dos EUA da metodologia conhecida como "zeramento" (zeroing), por meio da qual as operações de venda em que o valor de exportação do produto é superior ao seu valor normal no mercado doméstico são ignoradas no cálculo da margem de dumping.

Em março deste ano, o painel considerou que o procedimento tornava as medidas antidumping contra o suco brasileiro injustas, e que o uso contínuo da prática era ilegal.

Os americanos tinham até esta sexta-feira para apelar da decisão, mas não o fizeram.

“O desfecho exitoso desse litígio confirma o acerto da estratégia brasileira de iniciar o caso na OMC, o qual se somou a casos semelhantes abertos por outros nove membros da organização e contribuiu para consolidar jurisprudência multilateral contrária a essa prática”, diz a nota do Itamaraty.

Segundo o órgão, a decisão americana configura “importante mudança de atitude”, já que seria a primeira vez que o país deixa de recorrer em julgamentos sobre a prática de zeramento.

O Itamaraty diz esperar que os EUA sigam as determinações do painel no prazo acordado de nove meses.

Histórico

Os EUA vêm adotando medidas antidumping contra o suco brasileiro alegando que os produtores vendem o suco nos EUA a preços menores do que os praticados no Brasil, o que configuraria prática de dumping e uma vantagem desleal. O governo americano passou, então, a cobrar taxas adicionais aos exportadores brasileiros.

O desfecho do caso sobre o suco ocorre um dia após outros dois importantes acontecimentos referentes a disputas comerciais entre os Estados Unidos e o Brasil.

Nesta quinta-feira, a Câmara dos Representantes (deputados federais) dos EUA aprovou uma lei que prevê a suspensão do pagamento de compensação ao Brasil pelos subsídios concedidos pelo governo americano a seus produtores de algodão.

Esse pagamento foi acertado no ano passado em uma contraproposta dos Estados Unidos para evitar que o Brasil colocasse em prática o direito de retaliação autorizado pela OMC (Organização Mundial do Comércio), após uma disputa de sete anos.

A medida, no entanto, precisa ser aprovada pelo Senado dos EUA.
Caso os Estados Unidos realmente suspendam o pagamento do fundo de compensação no valor anual de US$ 147,3 milhões (cerca de R$ 236,9 milhões), o governo brasileiro poderá retaliar.
Também nesta quinta-feira, o Senado americano aprovou uma emenda que prevê o fim da tarifa à importação de etanol e dos subsídios ao produto, medida defendida pelo Brasil.

A emenda será incluída em uma lei que, segundo analistas, pode enfrentar dificuldades de aprovação no Senado.

Caso seja aprovada, a lei precisa ainda ser votada pela Câmara dos Representantes (deputados federais) e, então, submetida à sanção do presidente Barack Obama.

Governo diz que produção do iPad no Brasil deve começar em setembro


O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse, nesta sexta-feira (17), que a Foxconn, empresa responsável pela montagem do iPad, vai começar a produção do tablet no Brasil apenas em setembro. A Apple precisou adiar o começo da produção, previsto inicialmente para final de julho, segundo ele.
A assessoria do Ministério de Ciência e Tecnologia diz que o atraso foi motivado pela escassez de mão de obra da fábrica que fica em Jundiaí, no interior de São Paulo e que vai enviar entre 175 e 200 engenheiros para fazer um treinamento na China.
Comparado com o iPad importado, o modelo feito no Brasil vai ter uma redução entre 35% e 36% do preço atualmente vendido nas lojas. Somando o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços), a redução deve ser de até 40%.
De novembro para julho

Em abril, Mercadante disse que a produção do iPad seria feita no Brasil até novembro, afirmando que faltavam apenas alguns detalhes para o início da produção, onde vai ser e a logística necessária.

Em seguida, a Foxconn quis antecipar o início da produção do tablet para o mês de julho, na mesma fábrica de Jundiaí. Na época, uma carta foi enviada à presidente Dilma Rousseff, que estava na China.

Jovem é presa levando fuzil dentro de travesseiro no PR


Uma Jovem de 19 anos foi presa na noite de quinta-feira (16), transportando um fuzil de calibre 556, dentro de um travesseiro. Segundo a Polícia Rodoviária Federal a moça estava em um táxi paraguaio que foi abordado em frente ao posto da polícia na BR 163 em Guaíra (PR).

Após a prisão, ela disse aos policiais que havia sido contratada por uma pessoa para buscar a arma no Paraguai e leva-la até Maringá. ELa receberia R$ 600 pelo serviço.

Ainda segundo a suspeita, a arma já estava escondido dentro do travesseiro quando a pegou, próximo a uma rodoviária em Salto Del Guairá, no Paraguai. De Guaíra, ela pegaria um ônibus para Maringá.

Dentro de sua bagagem , os policiais encontraram uma passagem aérea do Rio de Janeiro para Curitiba, de dois dias antes.

Na quinta-feira, também foram apreendidos em Guaíra 500 mil maços de cigarros vindos do Paraguai em uma carreta, 327 kg de maconha em um carro e 6 kg crack, 1 kg de cocaína e uma pistola 9 mm, em outro veículo.

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