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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Lojas investem para evitar crime do papel alumínio




Ao que parece, a descoberta de que o papel alumínio é uma espécie de kriptonita para os alarmes aconteceu em Brasília há alguns anos. De uma hora para outra, gerentes de grandes lojas de departamento perceberam que estavam sendo furtados em um volume muito maior do que o normal, sem que os alarmes fossem ativados. “Às vezes, sumiam peças de uma arara inteira sem ficar nenhum rastro, nem etiquetas de segurança estouradas, nem sinal de alarme”, conta o responsável pela área de segurança de uma grande rede varejista. Após instalar mais câmeras e “aprimorar” as técnicas de questionamento junto àqueles pegos em flagrante, descobriu-se que a arma secreta utilizada pelos ladrões para burlar o sistema de segurança nada mais era que ela, a folha de papel alumínio. “Algum técnico deve ter revelado o segredo e agora a coisa saiu do controle”, diz o gerente, que não foi autorizado pela empresa para qual trabalha a dar entrevistas sobre o incômodo assunto.

Prática, comum em quase todas as casas e aparentemente inofensiva, a folha de papel alumínio está se transformando no terror dos grandes varejistas brasileiros às vésperas deste Natal. Por causa dela, lojas de departamento estão gastando milhões de reais em novos sistemas de alarme capazes de detectar quem anda por aí com papel alumínio dentro da bolsa. Cadeias de livrarias fazem o mesmo e agora também exigem que seus fiscais sejam capazes – sabe-se lá como – de identificar clientes que pareçam carregar quantidades avantajadas do material na mochila. Nos supermercados, os operadores das câmeras de segurança gastam a maior parte do tempo seguindo suspeitos de estarem armados com rolos de papel alumínio. Tudo porque larápios bem informados descobriram que a singela folhinha prateada que tanto ajuda as donas de casa nos assados dominicais tem o poder de simplesmente tornar inoperantes os modernos e milionários sistemas de segurança instalados nas grandes lojas do país.

O tal segredo é simples, porém eficaz. Qualquer etiqueta de segurança, seja ela grande e rígida, como aquelas pregadas nas roupas, ou quase imperceptíveis, como as que vêm transvestidas de código de barras, se tornam inoperantes quando envoltas em algumas poucas folhas de papel alumínio. “A verdade é que com três ou mais folhas envolvendo a etiqueta praticamente nenhum sistema funciona. O alumínio torna o acionamento do alarme inoperante”, reconhece Marcello Teixeira, gerente de soluções em vigilância eletrônica de mercadorias da Plastrom Sensormatic, a empresa líder no mercado brasileiro de sistemas antifurto para o varejo. Isso acontece porque em quase todas as lojas brasileiras, a tecnologia utilizada para acionar o alarme é feita por radiofrequência.

As etiquetas de segurança, em uma linguagem grosseira, estão adormecidas e, quando passam pelas antenas, aqueles sensores em forma de totens colocados nas portas das lojas, recebem uma carga elétrica, mínima, é verdade, mas que as faz emitir um sinal. Ao receber o sinal, as antenas disparam o alarme. O alumínio não permite que as ondas emitidas pelas antenas cheguem até a etiqueta, que, por sua vez, não emite nenhum sinal. Assim, o alarme não é disparado. O mesmo princípio impede que telefones celulares funcionem quando envoltos em papel alumínio. Por isso, os usuários dessa técnica de gatunagem têm usado os celulares para testar a eficiência de suas sacolas do furto. Jogam o telefone lá dentro e fazem uma ligação. Se der sinal de desligado significa que o artefato está pronto para enfrentar o sistema de alarmes.

Até cerca de dois anos, pouca gente sabia disso. Os que sabiam estavam concentrados em Brasília e algumas cidades do Nordeste, como Maceió e Natal. Mas, de repente, as propriedades bloqueadoras do papel alumínio começaram a se espalhar pelas principais cidades brasileiras na rapidez de um bom mito urbano. E em pouco tempo as grandes lojas de varejo se deram conta de que seus sistemas de monitoramento e alarme não eram páreo para o papel alumínio. “Ano passado já tivemos um aumento considerável, mas esse ano a coisa explodiu. Hoje o papel alumínio é nosso maior inimigo e a técnica de furto que mais nos causa prejuízo”, conta Edson Fortuna, diretor de Auditoria da Rede Riachuelo, uma das poucas empresas que aceita falar abertamente sobre o assunto.

O furto com bolsas de alumínio se popularizou tanto em algumas regiões do País que bolsas especialmente feitas para esse fim estão sendo comercializadas em centros de comércio popular. Em Belém, na feira próxima ao Mercado Ver o Peso, as bolsas preparadas e com garantia de funcionamento são vendidas a R$ 50 a unidade. No Rio, outra cidade que vem registrando um crescimento exponencial dos furtos com papel alumínio, as bolsas, conhecidas como sacolinhas do furto, são vendidas em Duque de Caxias. “O que impressiona é o tamanho delas. Flagramos uma com quase 100 peças na nossa loja de Osasco (Grande São Paulo). Seria um prejuízo de quase R$ 6 mil”, diz Fortuna, da Riachuelo.

Só no ano passado a Riachuelo perdeu cerca de R$ 20 milhões com furtos em suas lojas, algo como 0,75% do faturamento total da rede, que deve encerrar esse ano com 145 lojas espalhadas pelo país. “A maior parte dos furtos ainda é interna, praticada pelos nossos funcionários, mas a atuação de verdadeiras gangues têm crescido”, conta Fortuna. Para tentar se defender, a Riachuelo já investiu mais de R$ 1 milhão em um novo sistema de segurança.

A Riachuelo está longe de ser uma exceção. Praticamente todas as grandes cadeias varejistas estão investindo em sistemas semelhantes. Empresas como C&A, Saraiva, Leroy Merlin e grandes redes de supermercados já instalaram um sistema semelhante ou estão planejando fazê-lo em pouco tempo. Nenhuma delas quis conversar sobre o assunto com a reportagem doiG. “Ninguém gosta de tocar nesse assunto, mas desde meados do segundo trimestre todos os grandes competidores começaram a se mobilizar para encontrar uma solução para reduzir a ação desses criminosos”, diz Gustavo Velehov, diretor geral da Checkpoint, uma outra empresa especializada em sistemas antifurto.

São essas mesmas empresas que venderam os sistemas originais incapazes de vencer a folha de papel alumínio que agora estão lucrando com a nova demanda dos varejistas. O novo mecanismo que está sendo vendido por todas elas não resolve o problema, longe disso. Ele apenas identifica que uma pessoa entrou na loja com uma quantidade considerável de papel alumínio. “Rapidamente o circuito interno de tevê e os seguranças passam a monitorar essa pessoa de perto”, diz Adriano Sambugaro, diretor de marketing da Gateway Security, vice-líder do mercado brasileiro no segmento de segurança para empresas de varejo . O tal detector de papel alumínio encarece em até 30% o valor do sistema de alarme. Mas não há muito que os lojistas possam fazer. De acordo com as empresas de segurança, ainda não surgiu nenhum mecanismo capaz de vencer o frágil, porém poderoso, papel alumínio nessa batalha.

Turco é resgatado com vida quatro dias após terremoto

Membros da equipe de resgate retiraram um homem jovem com vida de destroços nesta quinta-feira, mais de 100 horas depois do terremoto que deixou 534 mortos, mais de 2,3 mil feridos e milhares de desalojados no leste da Turquia. Cerca de 2 mil construções foram destruídas, e o governo declarou outras 3,7 mil impróprias para a habitação.

Imagens de TV mostraram os resgatistas comemorando e batendo palmas enquanto o homem, vestido com um agasalho vermelho e deitado em uma maca, era carregado para fora dos ecombros. Seus olhos estavam fechados a maior parte do tempo, mas ele os abriu eventualmente. Ele não podia mover a cabeça, que estava presa por um imobilizador. "Deus é grande", alguém gritou.

A agência turca Anatolia disse que o homem, Identificado como Imdat Padak, de 18 anos, foi resgatado por um azerbaijão na cidade de Ercis, a mais destruída pelo tremor de 7,2 graus de magnitude que atingiu o país no domingo. De acordo com a agência, ele foi levado às pressas em uma ambulância para a cidade vizinha de Van e, apesar de desidratado, estava em boas condições. Padak vive na vila de Kiziloren, mas estava em Ercis para cursos de preparação para a universidade.

Equipes ainda buscam sobreviventes e, segundo o governo turco, até agora 186 moradores foram retirados de escombros. Algumas informações indicaram anteriormente que as equipes haviam resgatado com vida um jovem de 19 anos também em Ercis, mais de 90 horas após o tremor, mas o chefe resgatista chief Mustafa Ozden disse à Associated Press que ele na verdade foi resgatado na terça-feira.

Más condições climáticas

O resgate desta quinta-feira ocorre em meio às más condições climáticas que dificultam ainda mais a situação dos desabrigados. Na Província de Van, atingida pelo temor, a chuva que começou a cair na noite de quarta-feira deu lugar à neve pela manhã.

A agência meteorológica do país prevê que a nevasca continue de forma intermitente pelos próximos três dias, baixando as temperaturas enquanto milhares de sobreviventes passam a noite em barracas e tentando se aquecer com cobertores e fogueiras.

Foto: Reuters

Pai abraça a filha em campo para desabrigados por tremor na cidade de Ercis, na Turquia

“Está ficando cada vez mais frio, meus filhos estão tossindo. Não sei quanto tempo teremos de ficar aqui”, afirmou Sermin Yildirim, grávida de oito meses, que divide uma barraca com os filhos gêmeos, o marido e mais quatro parentes distantes. O apartamento de três andares onde ela morava não foi danificado pelo tremor, mas a família tem medo de voltar para casa por causa dos ablos secundários que continuam acontecendo.

Autoridades turcas distribuíram mais barracas aos desabrigados após críticas sobre a falta de organização na distribruição de ajuda. O descontrole na operação chegou ao ponto de algumas famílias receberem três ou quatro barracas para as revender àqueles que não têm nenhuma.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, reconheceu alguns erros logísticos. "Houve erros na distribuição das barracas nas primeiras 24 horas, reconhecemos. Em circunstâncias similares, essas coisas podem acontecer no mundo todo", disse.

Ajuda internacional

Nesta quinta-feira, a ajuda internacional começou a chegar à Turquia. Israel, que vive uma crise diplomática com Ancara por causa de um ataque a uma flotilha turca no ano passado, enviou tendas, cobertores e roupas. Alemanha, Rússia e Ucrânia também fizeram contribuições.

Apesar das hostilidades históricas com a Turquia, a Armênia anunciou nesta quinta-feira o envio de uma ajuda de urgência ao país. Um avião com 40 toneladas de ajuda, principalmente tendas e cobertores, deve decolar no fim desta tarde para a Turquia, afirmou o Ministério armênio de Situações de Urgência.

As relações entre os dois países são conflituosas por causa dos massacres e deportações de armênios pelo Império Otomano no início do século 20. Os armênios caracterizam esses acontecimentos como genocídio que, segundo eles, deixaram mais de 1,5 milhão de mortos.

A Turquia reconhece que entre 300 mil e 500 mil perderam a vida nos últimos anos do Império Otomano. Em 2009, os dois países assinaram acordos históricos para acabar com as décadas de hostilidade, estabelecer relações diplomáticas e reabrir a fronteira. Contudo, o processo foi comprometido por acusações mútuas e os textos nunca foram ratificados.

Construções irregulares

Na quarta-feira, o premiê turco responsabilizou construções irregulares pelo número elevado de mortos, prometendo derrubar todos os edifícios erguidos sem licença e que não estejam preparados para suportar tremores.

"Vendo os escombros, podemos comprovar a má qualidade dos materiais. O cimento se transformou em areia. Os municípios, as empreiteiras e a fiscalização deveriam perceber que essas negligências são comparáveis a cometer um crime", afirmou.

Erdogan prometeu se encarregar do problema contra as construções irregulares, embora seja uma medida impopular para o governo. De acordo com ele, o Executivo ordenará derrubar todos os "gecekondu", que são bairros de casas construídas pelos próprios moradores sem permissão e normalmente em terrenos de propriedade estatal, onde mora mais da metade da população urbana da Turquia, segundo alguns estudos.

"Se for preciso, utilizaremos dinheiro do orçamento para expropriar esses edifícios tipo 'gecekondu' ou construídos sem licença. Seja qual for o preço, apesar dos problemas para os votos. Se temos de escolher, preferimos perder o governo a continuar com esse panorama", disse.

Bolsas europeias fecham no maior patamar em 3 meses

As bolsas de valores da Europa fecharam no maior patamar das últimas 12 semanas nesta quinta-feira, com os bancos em disparada, depois que líderes da União Europeia (UE) fecharam um acordo para ajudar a resolver a crise de dívida da zona do euro, tranquilizando investidores.

O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 encerrou em alta de 3,6%, para 1.018 pontos. É o maior nível de fechamento desde 3 de agosto.

O índice do setor bancário saltou 8,9%.

Os bancos franceses, que têm alta exposição à dívida de economias periféricas da zona do euro, tiveram uma das maiores valorizações. Suas ações vinham sofrendo nos últimos meses, pelo temor de que um eventual default da Grécia resultasse em uma crise bancária. BNP Paribas e Crédit Agricole dispararam 17,3% e 22,7%, respectivamente.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 2,89%, a 5.713 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 5,35%, para 6.337 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 6,28%, para 3.368 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 5,49%, para 16.954 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 avançou 4,96%, para 9.270 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em alta de 2,61%, para 5.992 pontos.

Gaddafi mandou fazer canção para Condoleezza Rice e se referia a ela como "princesa africana"


O ex-ditador líbio Muammar Gaddafi mandou compor uma canção em homenagem a Condoleezza Rice e se referia a ela como "princesa africana”, revela a ex-secretária de Estado dos EUA em seu livro “No Higher Honor” ("Não há honra maior", em tradução livre), que tem lançamento previsto para a próxima terça-feira (1º de novembro).

Durante a visita de Condoleezza Rice --a primeira de um secretário de Estado americano à Líbia desde 1953--, Gaddafi disse que tinha feito um vídeo para ela. “Eu pensei ‘o que vai ser isso?’, mas era uma coleção de fotos minhas com outros líderes mundiais, como presidente Bush, Vladimir Putin e Hu Jintao”, lembra.

Na ocasião, Gaddafi contou também que pediu para um compositor líbio criar a canção "African Flower in the White House" (“Flor negra na Casa Branca” ). “Eu pedi ao melhor compositor da Líbia para escrever essa música para você”, disse o então ditador.

Rice afirma no livro que tinha influência em Trípoli não só por seu cargo, mas também porque Gaddafi "tinha uma estranha fascinação por mim, perguntando para as pessoas porque "sua ‘princesa africana’ não vinha visitá-lo”. "Era muito estranho, mas nunca foi grosseiro", completa Rice no livro.

A obsessão que Gaddafi nutria por Condoleezza Rice se tornou conhecida quando os rebeldes tomaram a casa do ex-ditador e acharam um álbum de fotos da ex-secretária de Estado americana.

Polícia Rodoviária prende no Paraná mulher que transportava haxixe no tamanco


A Polícia Rodoviária Federal prendeu na noite de quarta-feira (26) no Paraná uma mulher de 33 anos que transportava 1 kg de haxixe dentro de tamancos.

A suspeita estava em um ônibus com itinerário Assunção, no Paraguai, para o Rio de Janeiro. O coletivo foi parado e vistoriado pelos policiais em Céu Azul, na BR-227.

A mulher disse aos policiais que levaria a droga para São Paulo e receberia R$ 1.000 pela entrega.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estátua da Liberdade celebra 125 anos antes de fechar para manutenção


A Estátua da Liberdade, símbolo de Nova York e do "sonho americano" para milhões de imigrantes, comemora esta semana seus 125 anos antes de fechar durante 12 meses para manutenção.

O monumento chamado "A Liberdade iluminando o Mundo" foi oferecido em 1886 pela França aos Estados Unidos em sinal de amizade para celebrar, com dez anos de atraso, o centenário da declaração de independência americana, em 4 de julho de 1776.

A inauguração foi celebrada em 28 de outubro de 1886, na presença do então presidente americano, Grover Cleveland.

Durante anos, a estátua, obra do escultor francês Auguste Bartholdi, foi a primeira imagem que os milhões de imigrantes que chegavam de barco aos Estados Unidos tinham após a longa travessia do Oceano Atlântico.

Na sexta-feira, 125 imigrantes procedentes de mais de 40 países serão naturalizados americanos na Liberty Island, ilha onde fica a estátua, na foz do rio Hudson, ao sul de Manhattan.

Durante a cerimônia oficial para comemoração do aniversário, que será aberta com a execução do hino americano, seguido do francês. A atriz Sigourney Weaver lerá "The New Colossus" (O Novo Colosso), poema de Emma Lazarus, que tem um trecho inscrito na base da estátua.

Depois, o secretário americano do Interior, Ken Salazar, entregará um presente ao cônsul-geral da França, Philippe Lalliot, em agradecimento àquele recebido 125 anos atrás.

Cinco câmeras instaladas recentemente na tocha serão ativadas permitindo apreciar uma "nova vista da Liberty Island e da baía de Nova York", segundo Stephen Briganti, presidente da Fundação da Estátua da Liberdade e do museu da imigração de Ellis Island.

Todo mundo poderá ver estas imagens na internet no site da Fundação ou do serviço americano de Parques Nacionais.

Uma pequena frota, integrada por embarcações comerciais, públicas e privadas, se aproximará para saudar a estátua, antes da queima de fogos de artifício para fechar o dia.

Atração turística visitada anualmente por milhões de pessoas, a Estátua da Liberdade está desde 1984 na lista de patrimônios mundiais da Unesco.

Após comemorar 125 anos, o monumento será fechado ao público durante 12 meses a partir de 29 de outubro para trabalhos de manutenção.

A estátua já tinha sido fechada em 1984 para permitir uma primeira restauração antes do centésimo aniversário.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001, seu acesso também foi fechado por vários anos.

A partir de 29 de outubro, os turistas não poderão mais entrar na estátua e ter acesso à escadaria que leva até sua coroa, embora possam continuar visitando a Liberty Island

Kassab diz que Meirelles pode ser candidato a tudo, ao apresentar bancada do PSD ao Congresso


O Partido Social Democrático (PSD) apresentou hoje (26) suas bancadas ao Congresso Nacional. Em cerimônia com a presença de representantes e presidentes dos principais partidos políticos do Brasil, o presidente nacional do PSD, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, disse que Henrique Meirelles pode disputar a prefeitura da capital paulista, mas o assunto ainda não está definido.
“O Meirelles contribuiu com sua formação, seu valor, sua capacitação. Ele está habilitado para disputar qualquer cargo no nosso país. Ele não veio para ser candidato a nada, mas pode ser candidato a tudo”, disse Kassab.

Meirelles se filiou ao novo partido e transferiu o domicílio eleitoral para São Paulo, o que alimentou os boatos de que ele poderia disputar a prefeitura da cidade. Kassab já foi reeleito e não poderá ser candidato novamente.

O PSD começa com bancada de dois senadores e 55 deputados. O partido conta ainda com dois governadores –do Amazonas e de Santa Catarina– e 700 prefeitos, além de centenas de deputados estaduais e milhares de vereadores.

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