O comitê do Nobel da Paz convidou neste sábado (13) a líder da oposição de Mianmar, Aung Saan Suu Kyi, a visitar Oslo. A ativista da oposição passou 15 dos últimos 21 anos presa em casa e não pode receber em 1991 o prêmio Nobel da Paz. O presidente do comitê do Nobel da Paz, Thorbjoern Jagland, deseja que a militante possa viajar a Oslo o mais breve possível para fazer o tradicional discurso dos premiados, que não pôde realizar em 1991, por estar presa pelo regime militar de Mianmar. Jagland pediu à Junta Militar que autorize Aung San Suu Kyi, libertada neste sábado da prisão domiciliar, a abandonar o país e a retornar quando desejar. O presidente estimou que a libertação de Aung Saan Suu Kyi é uma mensagem de alento a todos os presos políticos, incluindo o prêmio Nobel da Paz de 2010, o dissidente chinês Liu Xiaobo. Brasil saúda libertação Após a manifestação de vários líderes mundiais, saudando a libertação da lider de Mianmar, o governo brasileiro também celebrou o ato. Por meio de nota, o Itaramaraty (Ministério das Relações Exteriores) diz que "recebeu com satisfação a notícia" e que espera que as recentes eleições no país impulsionem as reformas para a volta da democracia.



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